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And in this crazy life, and through these crazy times
It's you, it's you, you make me sing
You're every line, you're every word, you're everything

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E nessa vida louca, e por esses tempos malucos
É você, É você, Você me faz cantar
Você é cada frase, Você é cada palavra, Você é tudo

quinta-feira, 1 de julho de 2010

SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS

DEAD POETS SOCIETY
O melhor filme de todos os tempos!


por Joyce Kelly



Um filme de Peter Weir e protagonizado por Robin Williams, apresenta uma mistura fascinante de amor à vida, liberdade, sonhos e poesia além de todos os elementos da essencia humana.


O professor John Keating, com humor e sabedoria ensina seus alunos a viverem seus próprios sonhos e a fazerem de suas vidas extraordinárias. Ele começa sua primeira aula com o poema:


To the virgins to make much of time

"gather your rosebuds
while ye may
old time is still a flying
and this same flower
that smiles today
tomorrow will be dying"

Às virgens para aproveitar o tempo

"Pegue seus botões de rosa
enquanto pode
o tempo esta voando
a estas horas,
flores que hoje riem
amanhã estarão mortas"

Com esse poema ele os lembra de que devem viver cada momento de suas vidas . "Pegue seus botões de rosa enquanto pode" seize the day ou "aproveite o dia", CARPE DIEM, a filosofia de vida qu permeia todo o filme, desde a primeira aula até o momento do suicidio de Neil Perry. Na verdade, cada um dos alunos que compunham a sociedade dos poetas mortos, mostrou de alguma forma como poderiam aproveitar o dia.

O filme usa e abusa dos grandes poetas ingleses como Byron, Walt Witman [meu favorito], e Thoreau. Até mesmo os versos declamados antes dos encontros dos poetas mortos eram de Thoreau:
"Eu queria viver profundamente
e tirar toda a essencia da vida
fazer apodrecer tudo
que não era vida"


A expressão Oh Captain, my captain! do poema de "tio Walt" [como era chamado por Keating] sobre Abraan Lincon, era utilizada por seus alunos mais ousados para chamar o amado professor.

Oh me, oh life


oh me oh life
of the questions of these recurring
of the endless
traines of the faithless
of cities fill'd with th foolish
oh myself forever reproching myself
(for who more foolish than I? an who more faithless?)
of eyes that vainly
crave the light
of the objects mean of the struggle
ever renew'd
of th poor results of all

of the plodding and sordid crowds
I see around me af the empty
and useless year of the rest, with rest
me inter wined
the question oh me! so sad
recurring what good amid these
oh me oh life?
answer
that you are here
that life exists
and identity that powerful
plays goes on,
and you may
contribute a verse.
Walt Witman

Esse poema é citado no filme, postei aqui porque acho que merece ser lido na integra.


Os membros da sociedade:

Neil Perry
Todd Anderson
Knox Overstreet
Charlie Dalton
Richard Cameron
Steven Meeks
Gerard Pitts


Um dos momentos mais emocionantes do filme para mim é quando o professor Keating pede para Todd fechar os olhos e falar o que lhe vem à mente, e o garoto que sempre se mostrou timido e quieto revela um grande potencial poético, se é que isso existe! Na verdade, aquela cena revela uma verdade citada por Keating, e com a qual eu termino minhas considerações:

"Lemos e escrevemos poesia porque somos humanos. A raça humana está repleta de paixão. Poesia, beleza, romance, amor... é para isso que vivemos".

3 comentários:

  1. Adorei o blog, só gstoria de saber de quem é o poema do lado, que fala: " Sou pessoa de dentro pra fora, minha beleza está em minha essência e no meu caráter"

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    1. Esse é um trecho de um texto de Tati Bernadi. Pode ser lido na integra em http://pensador.uol.com.br/frase/MzU3Nzg1/
      É lindo! Também postei no blog

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